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Postagens

Marisa Monte - O que você quer saber de verdade

Eu sou suspeita... pois acho Marisa Monte a outra "poderosa MM"! : ) O novo cd é uma delícia. O trio - Brown, Arnaldo e Zé -, mais uma vez, nos brinda com excelentes canções: "O que você quer saber de verdade", "Verdade, uma ilusão", "Ainda bem", "Aquela velha canção", "Era óbvio" e, claro, a maravilhosa "Depois". Não me canso de ouvir! Como me explicou um colega, o andamento dela lembra as músicas do Rei. A parceria de MM e Rodrigo Amarante (do Los Hermanos) nos rendeu "O que se quer" - ótima! -; a versão para El Panuelito (Lencinho Querido) também é gostosa de ouvir e outra que eu adorei é "Hoje eu não saio, não", de Arnaldo, Marcelo Jeneci, Betão e Chico Salem. Ouça e sinta a substância agindo dentro de você! Que substância? Ananda! : ) DEPOIS Depois de sonhar tantos anos, De fazer tantos planos De um futuro pra nós Depois de tantos desenganos, Nós nos abandonamos como tant...

A Pele que Habito

 A Pele que Habito , no original La Piel que Habito, é o novo filme de Pedro Almodóvar, baseado no romance francês Mygale (Tarantula, na versão inglesa) de Thierry Jonquet, escrito em 1984, ainda sem tradução para o português. O filme é fantástico! Por quê? É difícil contar, você precisa assistir e ter suas próprias sensações e impressões. ;-) A trama envolve o Dr. Ledgard, cirurgião plástico, personagem de Antonio Banderas, figura angustiada, cujo relacionamento com as mulheres é um tanto conturbado; Vera, interpretada pela atriz Elena Anaya, a paciente misteriosa; e a clássica Marisa Paredes, no papel da governanta que tudo sabe.  A estória é muito bem amarrada, te prende do início ao fim, não deixa fio solto, cada detalhe tem uma razão de ser e está cuidadosamente disposto. Fique atent@!   A estética do filme é algo à parte. Preste atenção no enquadramento das cenas e na maneira incrível como ele dispõe dos objetos, usando ora as cores primária...

Dia Mundial do Diabetes

14 de novembro é o dia mundial do Diabetes. O vídeo abaixo é de promoção da campanha com a maravilhosa Paula Toller, portadora de diabetes tipo 1. Se ligue!

Oswaldo Montenegro - Se Puder Sem Medo

Um Doce Olhar

Vi um filme tão delicado... chama-se " Bal ", mel em turco. Foi traduzido como "Um doce olhar". Fotografia linda. Sons da natureza. Cenas que parecem quadros, sabe como é? Dá vontade de colocar molduras de tão Belas. Compartilho a crítica do Omelete sobre o filme: Crítica: Um Doce Olhar Cinema | Omelete E um outro texto bonito, do Blog da Neta: http://blogdaneta.blogspot.com/2011/04/o-silencio-de-um-filme.html

A Escola da Vida

Senti vontade de continuar as postagens da série "A Poderosa MM". Os trechos a seguir são da crônica "A Escola da Vida", escrita em 10 de setembro de 2008: "[...] estamos vivendo uma época em que ter um diploma, uma carreira e uma família bonitinha não tem bastado para preencher nossas almas inquietas. [...] Vive melhor quem lê a respeito das questões que lhe afligem, e não se trata aqui de livros de autoajuda, e sim de romances de ficção, ensaios filosóficos, biografias.  Para se formar um ser humano, não adianta apenas ensinar física, biologia, história, matemática e demais matérias convencionais. Precisamos também de especialistas em viajar, em se relacionar melhor, em consumir cultura, em ter uma visão menos ortodoxa de tudo que nos cerca. O material é farto e os resultados podem ser aplicados no dia a dia. Bem viver também faz parte da educação." Martha Medeiros Parece simples para você? Sabia que até acho que é realmente mais ...

Atravessando a Fronteira do Oi

Nessa crônica, a poderosa fala sobre seu sentimento ao viajar... ela consegue externar exatamente o que sinto e não consigo dizer assim. Viajar é isso mesmo, é você poder usar diversas máscaras, interpretando versões distintas de você mesmo e perceber, ao retornar, que, de fato, um pouco de cada personagem ficou grudado em você. É mágico. [...] O nosso caso é outro: somos um exemplo de como uma cidade estrangeira pode anular cerimônias e estranhamentos. Na cidade da gente, nos agarramos aos nossos hábitos e aos nossos vínculos. Estando fora, viramos uns desgarrados  e naturalmente nos abrimos para conhecer novas culturas, novos costumes e novas pessoas, mesmo pessoas que já poderíamos ter conhecido há mais tempo – mas que não víamos necessidade. Viajando, ficamos mais propícios ao risco e à experimentação. Encaramos bacon no café da manhã, passeamos na chuva, vamos ao super de bicicleta, dormimos na grama, comemos carne de cobra, dirigimos do lado direito do c...